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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Ganhei um poema

Branca, branco, plúmbeo, róseo
Não sei cor, nem cheiro, nem tesão
Sexo fugaz, de gosto assaz quente
Sensualmente dançando, pernas entre pernas
Rosqueando seu corpo com as úmidas
Mãos do desejo carnal, procurando ávidos
Uma realidade amedrontada, pueril talvez
São torpores para almas desavisadas,
Bunda de negra, seios de branca
Olhos de pantera, pele de menina
Algo sem explicação que me atraia, algo
Incomum, isócrono eu me pergunto és
Tão fervilhante? Eu me perguntava, será?
Será que esse deus tem sexo?
Será Deus ou Deusa?
Atenas, Ades, Era, Hércules?
Eu me procurava naquele olhar,
Sugava aqui cheiro salgado de suor
Eu a queria junto a mim, queria, eu sentia
Eu desejava, tanto quanto os esfomeados
Desejam uma refeição, aquelas ancas
Eu me perguntava, mas, algo, alguém
alguma dilatação em minhas pupilas
Não, era ela, menina-menino era ela
Com seu fitar sexy, era ela
Ela me deixou por longos 13 segundos
A pensar, eu sou eu?
Mas não, nada, ela me escapou
Escapuliu feito água entre os dedos
Ficamos no desejo, apenas limítrofes
A um desejo angelical de penetrá-la
Em pele, beijos, abraços e toques
Ficamos, pois amigos, amigos-homens-mulheres
Amigos de possibilidades profundas
Que se reverenciam, em palavras
Jeitos, cor, som e gritos
Chegamos ao fim, em olhares, não enfim...

By: I.S.

Ganhei esse poema em 07/08/09

É um tanto erótico, mas quem sou eu para sensurar a liberdade de qualquer pessoa falar o que quer que seja. Ao contrário, sinto-me lisonjeada com tal honraria, mas por favor, menos no próximo. *risos*.

domingo, 9 de agosto de 2009

Carta de um egoísta.

Já se passou mais de um mês que nos conhecemos. Mais de um mês que nos beijamos e não penso em outra coisa que não seja você.

Compreendo, ou acho que compreendo como você está, contudo não vejo como pude mexer menos com você.

O balanço da dança foi tão intenso que até agora não paramos de dançar. Eu ainda espero que isso tenha sido uma peça que sua mente tenha pregado em você mesma. Não consigo parar de pensar em você sem mim.

Eu, mais uma vez, não consigo deixar você e seus carinhos, desde os mais íntimos, quando ficamos sozinhos, até os mais simples, como seu olhar cruzando o meu. Não me atrevo a dizer qual o melhor deles somente que foram ótimos e eu os quero constantes na minha vida.

Ainda quero ter aqueles ditos "trabalhos" que você dizia me dar, te buscar a qualquer hora, a qualquer momento, sobre qualquer circunstância e com qualquer sorriso. Quero te mostrar que o trabalhoso às vezes se chama prazeiroso.

Eu ainda quero ser o primeiro a te dizer: "bom dia flor do meu dia" e ser o último a dizer: "boa noite, durma com os anjos, mas sonha comigo".

Ainda quero que você continue povoando meus dias como povoa meus sonhos. Sonhos esse que acontecem desde o dia que te conheci e acontecem até hoje. Eu ainda quero fazer teu café-da-manhã e levar na cama, ainda quero te dar manhas bacanas, carinhos, docinhos... flores. Ainda quero te dar prazer com meus beijos e quero te fazer extremamente feliz. Feliz como você nunca imaginou ser... essa é a forma de um egoísta, como eu, dizer que te quero.

"Ame a vida, pois nascemos para amar... E se alguém lhe perguntar o que fizestes da vida diga apenas:...'AMEI!'"


Este texto não é meu, um amigo mandou e disse eu poderia publicar.

A carta mostra para mim que realmente não sou a última romantica...

Força e perseverança Migo!!