Hoje novamente um parente me falou que meu pai brada aos quatro ventos o quanto tem orgulho de mim, já ouvi de outros e até dele mesmo alguma vez. Então fiquei me perguntando, do que ele tem orgulho? Meu pai sequer me conhece, duvido que ele saiba quantos anos eu tenho, que meu cabelo já está ficando branco, que ele conheça meu sotaque ou saiba a cor dos meus olhos. Talvez se eu passasse na rua, ele nem me conhecesse.
Meu pai não sabe os perrengues que passei para chegar aqui, nem como eu fiz para me virar quando tinha três empregos que não pagavam quase nada e ainda estudava. Ele não sabe que eu já fui vendedora de cartões para uma ONG, ou de cartões de crédito, ele não sabe da minha passagem por um restaurante no shopping Tambiá, nem de quando fui monitora escolar numa comunidade em Bayeux e tinha que pegar alternativo (um deles, o motorista prendendo o cinto no freio de mão) ou quando fui recenseadora nas proximidades do presídio do Roger.
Meu pai sequer ligou para me parabenizar quando passei no vestibular, ou quando me formei, mas se orgulha em dizer que tem uma filha jornalista.
Meu pai não teve um centavo de participação no meu apê, mas espalhou para todos que tinha comprado um para mim quando eu ainda era adolescente. Aliás, ele sempre foi mestre em aparecer de vez em quando (de vez em quando mesmo), oferecendo mundos e fundos e não cumprindo nada.
Meu pai não tem motivos para se orgulhar, ele nem conversa comigo para saber como está minha vida. Não sabe nem qual o dia do meu aniversário. E a única coisa que me agrada em relação a ele, é desmentir todas as coisas que ele diz para os parentes, ainda assim pela total falta de consciência dele, por parecer que não há o mínimo problema de ser pego na mentira, isso não faz nem sentido. Não tem porque meu pai se orgulhar de mim, porque ele simplesmente não sabe quem eu sou!
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Um agosto qualquer
Devaneado por: Marília Domingues às 20:42Palavrinhas Coisas que irritam, estado de espírito, Família, reflexão, sentimentos
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Café com Pão de Queijo
Devaneado por: Marília Domingues às 19:26_Não sou feliz o dia todo, mas tento ser feliz todos os dias... _ Ela disse me levando de volta a alguns devaneios que tive semana passada sobre como nos obrigamos a parecer bem para os outros. Como essa cultura da felicidade das redes sociais nos afeta a tal ponto de que fingir ser feliz é mais importante que sofrer autenticamente.
_Eu não tento. Se tentar no dia que não conseguir ficaria frustrada, prefiro não esperar nada. Faz meses que não espero nada. O máximo que esperei foi que meu pão de queijo não queimasse e eu acertasse o ponto do café.
_Seu café é bom?
_Não.
Palavrinhas estado de espírito, palavras, reflexão, sentimentos
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Os olhos verdes se fecharam e tudo ficou cinza
Devaneado por: Marília Domingues às 23:44Os olhos verdes se fecharam hoje... os olhos mais verdes que eu já vi e acho que jamais verei.
A pose se desfez e o reinado acabou... perdemos nossa rainha.
A babi partiu hoje!
Vai deixar imensas saudades.
Nenhum bicho vai ter tanta presença de espírito quanto ela. O ser espiritual foi para seu plano final.
Os olhos verdes e a pose de rainha vão enfeitar o além agora!
#Luto
Palavrinhas Babi, bichinhos, dor, Fragmentos, Gatos, sentimentos
sábado, 14 de maio de 2011
Amor de liquidação
Devaneado por: Marília Domingues às 22:45Sentimentos são vendidos em troca de reciprocidade
vendidos em troca de verdade
de um pouco de vaidade
Sentimentos são trocados por mentiras
por sorrisos e olhares rasos
Por enganos
Sentimentos de liquidação
expostos para quem der menos
O resto, o fim, o que ninguém quis
Amor de liquidação
que já foi tão caro e disputado
Agora exposto
para quem quiser levar
Fora de linha
antiquado
antigo
até dado
Amor de liquidação
Sentimentos comprados com palavras vazias
E a prazo
Falsidades embutidas no cartão
Palavrinhas Amor, palavras, Poemas, sentimentos
domingo, 8 de maio de 2011
Mãe ontem, hoje e sempre!
Devaneado por: Marília Domingues às 15:21Rosa (Marisa Monte)
Tu és divina e graciosa
Estátua majestosa
Palavrinhas Família, Música, sentimentos
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A uma flor
Devaneado por: Marília Domingues às 18:28Ontem eu vi um Boto,
Mas por que parar? Se de boto eu nada sei
nada sei de mais, nada sei de animais.
Só sei de flores, de cheiros e de perfumes
Com Boto eu nem me bato
sei de olfato e de fato nada sei
E o que mais? Mais nada.
Boto é bicho, animal, hora vem, hora volta, interage
Flor, sinto o cheiro e o espinho e no fim murcha... e morre!
Palavrinhas confusão, dor, Fragmentos, palavras, sentimentos
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Babi
Devaneado por: Marília Domingues às 21:58
A Babi ou Ms. Chappets está doente! Doente e sozinha. Sinto-me um nada por causa disso, logo eu que me sinto no direito de reclamar, esbravejar, me irritar, gritar quando sou abandonada, fiz isso com quem sempre me amou sem pedir nada em troca.
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| Ela gosta de Ventilador |
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| Ela Realmente gosta de ventilador |
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| Ela adooora ventilador |
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| Espalhada |
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| Cansada |
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| Pedindo |
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| Grávida |
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| Dormindo enquanto estudo |
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| Antenada |
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| Curtindo um som |
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| Aprontando |

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| Dormindo |
Palavrinhas Babi, bichinhos, Gatos, sentimentos
Há um ano ou dois...
Devaneado por: Marília Domingues às 00:56Era uma segunda feira de carnaval numa cidade que não tinha carnaval. Um lugar vazio, coberto apenas por uma chuva fina que entristecia o começo do dia. Será mesmo que chovia?
Aquele primeiro dia foi assim. O que eu podia fazer? Não podia mandar nos sentimentos alheios, não podia mandar sequer nos meus. Passei o dia abraçada com uma toalha que guardava muito distante o cheiro do sabonete ou talvez um pouco de perfume. Aspirei todas as lembranças... Fechei os olhos não sei se adormeci, não sei o que fiz de mim...
Não pude mudar o que sinto, me obriguei a esquecer, mas tudo é pretexto pra lembrar. E assim 366 ou 365 dias, milhares de horas, incontáveis segundos de tempo que se arrastou até chegar ao hoje novamente. Tive opções e sempre temos. Optei por não gostar... mas gostei. Optei por esquecer e o que estou fazendo aqui um ano depois? Lembrando. E assim, de vez em quando, em certos períodos, sem razão aparente, a saudade aperta mais forte, mais arrebatadora. Tira-me o sono, a paz, a visão e novamente faço a escolha errada. Escolho a solidão de um quarto escuro ou a companhia de um filme triste, talvez algumas horas de delírios alcoólicos forçados ou a lucidez do cigarro por alguns minutos.
Mudo o meu jeito, mudo a posição dos móveis, mudo minhas roupas, o corte de cabelo, mudo o perfume, o círculo de amigos, os lugares que frequento, mas só não muda o pensamento, esse sempre volta. Não consigo entender. Reclamo do esquecimento, de ser deixada de lado, de não ser amada o suficiente enquanto os outros se queixam de mim por eu amar de mais. Será mesmo que amor é demais? Se não for de mais será amor? Se não for chama, se não for intenso, se não for pra consumir e renascer de si mesmo, se não se morrer de amor como pode ser amor?
Joguei-me no abismo sabendo que iria cair. E me permiti sentir tudo, ofereci o qu etinha e me desfiz de mim. Meu corpo, mnha mente, minha alma. E ainda vivo à sombra desse sentimento. Espero ter forças para vence-lo para para não ser mais consumida nessa flama eterna. Talvez apenas fazer a escolha certa desta vez.
Revirando papéis antigos encontrei este texto ele mostra como eu me sentia aproximadamente um ano atrás. Ler textos antigos é engrandecedor para mim, mostra como eu pensava e me permite analisar a forma como vejo e como ajo hoje em dia. E para ele não se perder na bagunça empoeirada do meu quarto, compartilho-o aqui.
Palavrinhas Fragmentos, palavras, sentimentos
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Não ao amor!
Devaneado por: Marília Domingues às 11:49Não adianta me perguntar sobre o amor. Sempre vou responder da mesma forma: é um discurso, uma crença (em si mesmo ou em outro). É uma estratégia para vender sonho, história, uma realidade que não passa de fantasia. Amor é quando você deixa de se ver e passa a se projetar na vida de outra pessoa (erro). É quando você deixa de se respeitar para estar desesperadamente súdito às vontades alheias.
E ainda, o que é essa droga de amor? Sim. É uma droga mesmo. Seus efeitos são tão parecidos quanto os da cocaína. Então porque o amor é legalizado? Deixa as pessoas em outro mundo, vicia e ainda tem fortes efeitos colaterais quando se passa a usar muito. O fato é que as pessoas são tão dependentes que nem percebem isso. Não se enxergam, apenas se omitem. Sim, isso é amor.
As únicas histórias que reconheço, duradouras e puras, essas sim deveriam mudar de nome. Não é o bombom que passa na propaganda, muito menos aquele beijo do filme. São vidas reais, afetos de magnitude inexplicável, merecem outro nome. Amor é bandido, traiçoeiro, engana os olhos, disfarça os sentidos. Amor é coisa pra burro, que ainda não conhece as armadilhas da vida e das pessoas.
E o que fazer? Se amor é tudo isso... O mínimo a se fazer é aproveitar enquanto temos sabedoria. Por que é preciso estar atento. Reconhecer quando isso chega, pra saber exatamente a forma como se expulsa. Amor é isso. Uma coisa que vem, mas que pode ir embora com muito mais facilidade. Se amor é crença, decisão, então o que devemos fazer é começar a crescer e deixar de acreditar nesses lindos contos de fada, que insistimos em achar que fazem parte da vida real.
Pra finalizar, uma notícia que me deixou verdadeiramente feliz:
Pesquisas mostram que vacina contra o amor é possível
Este texto não é meu, encontrei-o no blog O beijo do Escorpião que pertence ao Jo Fagner a quem eu sigo no twitter, ele tem umas sacadas geniais a respeito de um monte de coisas indico tanto o blog quanto o twitter dele.
Quanto ao texto em si, não preciso de nenhum acréscimo de minha parte, não preciso fazer comentário algum, ele já diz tudo e pra mim basta!
Palavrinhas Amor, sentimentos, textos de terceiros
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
M
Devaneado por: Marília Domingues às 11:40O sol já está nascendo há um tempo (também aqui ele nasce primeiro que em qualquer outro lugar no Brasil) e não consegui dormir ainda, estou com muito sono mas não consigo dormir.
Novamente aconteceu, o temido "tempo", não sei o que fazer, o que falar, simplesmente não sei... e essa música ficou na minha cabeça a noite inteira, espero que colocando aqui eu possa não ouvi-la por algum tempo...
Palavrinhas Amor, Coisas que acontecem, dor, Música, sentimentos, solidão
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
All my loving I will send to YOU
Devaneado por: Marília Domingues às 00:53
Final de período, correria, meu amor se mudando para Maceió, trabalhos da faculdade, trabalhos de verdade, provas, coisas e no meio de tudo isso eu encontrei tempo para assistir e postar aqui sobre "Across the Universe". E nem pensem que foi esses dias o show do Paul Mcartney (é assim que escreve?) e que por acaso tá passando agora na TV.
Nem sei porque baixei esse filme na verdade, eu tinha a trilha sonora, mas nunca tive vontade de ver e agora escrevendo não sei se o filme que chamou atenção mesmo ou só a trilha. Ah, quem quiser saber assista, vou assistir de novo e volto para contar se foi o filme ou a trilha.
Porém neste momento não vim falar de filme, nem de Beatles, vim falar só de música, de uma música em específico e é dos Beatles. Esta música retrata bem o momento que estou passando e espero que de forma alguma aconteça comigo o que aconteceu no filme (acho que foi a trilha mesmo). Espero que meu amor que está partindo me "escreva" todo dia, porque eu estarei mandando todo o meu amor.
CLOSE YOUR EYES AND I´LL KISS YOUTOMORROW I´LL MISS YOU
REMEMBER I´LL ALWAYS BE TRUE
AND THEN WHILE I´M AWAY
I´LL WRITE HOME EVERYDAY
AND I´LL SEND ALL MY LOVING TO YOU
I´LL PRETEND THAT I´M KISSING
THE LIPS I´M MISSING
AND HOPE THAT MY DREAMS WILL COME TRUE
AND THEN WHILE I´M AWAY
I´LL WRITE HOME EVERYDAY
AND I´LL SEND ALL MY LOVING TO YOU
ALL MY LOVING I WILL SEND TO YOU
ALL MY LOVING, DARLING, I´LL BE TRUE
"Todo o meu amor"
Feche os olhos e eu irei te beijar
Amanhã sentirei saudades de vocêLembre-se que eu sempre serei verdadeiro
E enquanto eu estiver fora
Escreverei para casa todo dia
E mandarei todo meu amor pra você
Vou fingir que estou beijando
Os lábios que sinto saudade
E esperar que meus sonhos se tornem realidade
E enquanto eu estiver fora
Escreverei para casa todo dia
E mandarei todo meu amor pra você
Todo meu amor, eu mandarei pra você
Todo meu amor, querida, eu serei verdadeiro
Link para baixar a música
Torrent para baixar o filme
Legenda pt-br
E aqui a cena em que a música aparece:
Palavrinhas Amor, Coisas que acontecem, Música, sentimentos
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Nosso Quarto 11
Devaneado por: Marília Domingues às 19:51Palavrinhas Amor, aniversário, palavras, sentimentos
domingo, 11 de julho de 2010
Nosso terceiro 11
Devaneado por: Marília Domingues às 03:18Palavrinhas Amor, sentimentos
sábado, 3 de julho de 2010
Mãe!
Devaneado por: Marília Domingues às 00:13Pensei em falar do jogo, mas, bem acho que vou falar da minha mãe, ao contrário do Brasil ela só me dá orgulho (e não estou falando de futebol).
Exatamente 63 anos atrás vinha ao mundo a pequena Maria Lourenço, a filha do meio, entre Josefa e José, de José Lourenço e Maria Domingues (outra coisa que me orgulha é como minha família é criativa na escolha dos nomes), em Vicencia no estado de Pernambuco.
Claro, que não vou fazer uma biografia da minha mãe aqui, até porque ela já está se encarregando disso. Mas queria falar dessa pessoa tão importante, afinal, sem ela eu não estaria aqui.. mesmo!
Queria agradecer a tudo, todo apoio em todas as questões da minha vida (mesmo querendo que eu fosse médica ou policial ela ficou super feliz quando escolhi o jornalismo). Apoio profissional e pessoal, nunca questionou minhas escolhas e sempre me deixou livre para eu ser quem sou.
Mesmo não podendo oferecer muito, sempre me deu tudo o que podia, sempre me mimou e mima e ela me da a todo instante o sentimento mais nobre que alguém pode sentir por outro, que sinto mesmo estando há quilometros de distância... O amor! Que chega de surpresa num SMS escrito errado porque ela ainda está aprendendo a mexer no celular, ou num telefonema só para dizer que me ama!
Por ser um exemplo para mim de força, fé, coragem, humildade, bondade, respeito, sinceridade e se eu fosse enumerar, passaria o resto da vida só para contar as qualidades da minha mãe. Por me passar valores inabaláveis e por depositar confiança em mim que nem eu mesma tinha, hoje eu faço uma homenagem pública. Para todo mundo (tá bom, talvez somente os que leem meu blog) saber o quanto eu amo minha mãe e o quanto ela é importante para mim!
Feliz aniversário MAINHA, muita saúde, paz e felicidade. Que Deus abençoe a senhora cada dia mais e que eu possa enche-la de orgulho, assim como a senhora faz comigo!
TE AMO!
Palavrinhas sentimentos
sábado, 15 de maio de 2010
De M.D. para M.G (M&M's)
Devaneado por: Marília Domingues às 22:23Será que é realmente ruim não encontrar palavras para escrever?
Todas as palavras que eu preciso dizer já saem displiscentes da minha boca
Assim, simplesmente, de um jeito que nem sei explicar...
Só falar, só sentir... as palavras nunca estiveram tão ausentes do papel como agora
Também nunca estiveram tão presentes em pensamentos não meus
Em ouvidos que anseiam por elas... e alegremente as dou
E por que não daria? Afinal são o meu bem mais precioso
Porque um dia eu já fui feita apenas de palavras...
Então, o papel se ausenta quando minha
E as palavras se ausentam quando minha boca encontra certos lábios
E o silêncio só é quebrado por suspiros em momentos que palavras não são necessárias...
Quando fico sem saber o que dizer perdida entre olhares
Agora me calo para ouvir
E me ouço falar tudo o que quero dizer...
E se não preciso de tempo sobre o papel.. é porque a caneta não é mais minha única arma
Se a caneta não é mais minha única defesa... é porque o papel também não é mais meu único refúgio
Sinto-me livre para falar
Livre para calar e ouvir
Livre para viver e sentir
Livre para você...
Palavrinhas Amor, palavras, sentimentos
terça-feira, 9 de março de 2010
Mudanças
Devaneado por: Marília Domingues às 11:45Mas e se eu ainda tenho medo? Se eu ainda me escondo num sorriso bobo ou procuro refúgio em um lugar seguro e conhecido? E daí? Posso ainda não estar pronta, mas estou me preparando... Estou mudando... O mundo é feito de mudanças, de evolução. Vou mudando meu modo de ver, de agir, de sentir as coisas. Não mudaria o passado, isso sim, pois sem certos erros como eu poderia acertar daqui pra frente?
Por isso não mudaria nada... choraria cada lágrima, sentiria cada dor no peito de novo, somente para chegar aqui... para chegar, enfim, onde agora estou.
Palavrinhas sentimentos
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Fragmentos 2
Devaneado por: Marília Domingues às 17:35Qual o sentido da vida? Qual o sentido da minha vida? E agora o que faço já que não sei mais vê-la de uma forma poética como sempre fiz... Não acredito mais tanto quanto antes. Agora que a maioria das minhas frases começa com “não”. Qual o sentido? O que eu devo fazer? Para onde devo ir? Por que estou aqui e não ali ou acolá? Por que estou só? Por que não quero estar? Por quê? Por quê? Por quê?
Qual o sentido de eu escrever o que penso, ou de sentir o que escrevo? Pra que chorar? Por que não há mais razões para sorrir? Por que o efeito do álcool passa tão rápido? Por que sinto falta? E pra que serve sentir saudade? Por que as pessoas apenas não vão de vez? Por que ficar essa parte já que não está completa? Não quero pedaços, quero tudo... Por inteiro. Ou nada, parte alguma.
Não quero mais lembrar nada. Nada que depois me cause mais sofrimento e dor, nem nada que rime com amor. O que eu quero mesmo? Lembrar como é esquecer e só.
Palavrinhas Fragmentos, sentimentos, solidão
domingo, 24 de janeiro de 2010
Longos dias
Devaneado por: Marília Domingues às 20:47Palavrinhas Amor, palavras, Se se morre de amor, sentimentos
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A contagem continua...
Devaneado por: Marília Domingues às 18:51Continuo sem saber se isso é bom ou ruim..
É só o meu jeito de te falar
Tudo o que eu faço pensando em você
Me pus no seu lugar pra compreender
Tudo o que eu faço pensando em você
Me arrisquei para não te perder
Palavrinhas Besteirinhas, Confusões de Marília, sentimentos

































